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🧠 5 dúvidas comuns no consultório do psiquiatra (e suas respostas)

  • Foto do escritor: Arthur Freire
    Arthur Freire
  • 28 de set. de 2025
  • 2 min de leitura

Ir ao psiquiatra ainda desperta muitas perguntas — algumas por curiosidade, outras por receio ou até preconceito.A boa notícia é que todas as dúvidas são legítimas e fazem parte do processo de cuidar da saúde mental.

A seguir, respondo às 5 questões mais frequentes no consultório:


1. Remédios para ansiedade ou depressão viciam?

Essa é, de longe, a pergunta mais comum.👉 A resposta é: não.

Antidepressivos, estabilizadores de humor e antipsicóticos não causam dependência química. Eles atuam regulando substâncias no cérebro para reduzir sintomas e trazer bem-estar.

O que pode acontecer é o paciente sentir-se tão melhor durante o uso que teme piorar ao suspender, o que é diferente de vício. Por isso, toda retirada ou ajuste deve ser feito de forma gradual e com orientação médica.


2. O tratamento vai me deixar sem emoções?

Outro receio frequente: “vou virar um robô?”👉 A realidade é justamente o contrário.

Os medicamentos não anulam sentimentos. O objetivo é reduzir sofrimento intenso e estabilizar oscilações de humor para que a pessoa consiga viver suas emoções de forma mais autêntica.

Muitos pacientes relatam, inclusive, que depois do tratamento se sentem mais próximos de quem realmente são, porque deixam de estar dominados pelos sintomas de antes.


3. Vou precisar tomar remédio para sempre?

👉 Nem sempre.

A duração depende de vários fatores: o diagnóstico, o histórico clínico, a gravidade do quadro e a resposta ao tratamento.Em alguns casos, é necessário o uso contínuo para prevenção de recaídas. Em outros, o medicamento pode ser suspenso após um período de estabilidade.

A decisão é sempre individualizada e deve ser tomada comigo e com o paciente, juntos.


4. Psicólogo e psiquiatra fazem a mesma coisa?

👉 Não.

O psiquiatra é médico: pode diagnosticar, solicitar exames, prescrever medicamentos e acompanhar clinicamente.O psicólogo atua na psicoterapia: ajuda a lidar com pensamentos, emoções e comportamentos por meio da escuta e de técnicas específicas.

Na prática, os dois profissionais se complementam. Em muitos casos, a combinação de psicoterapia com acompanhamento psiquiátrico oferece os melhores resultados.


5. O que falar na primeira consulta?

👉 Não existe resposta certa ou errada.

O ideal é trazer suas principais queixas, contar quando os sintomas começaram, como impactam sua vida, além de informar sobre histórico médico, uso de substâncias e exames recentes.

Alguns pacientes preferem levar anotações para não esquecer detalhes importantes, e isso pode ajudar bastante.

O mais importante é lembrar: a consulta é um espaço de escuta e acolhimento.


Essas dúvidas aparecem em quase todos os atendimentos — e se você já pensou em alguma delas, saiba que não está sozinho. Tirar dúvidas é um passo fundamental para cuidar da saúde mental sem medo e sem preconceitos.

💛 Informação gera confiança, e confiança abre caminho para o tratamento adequado.


Se você se identificou com alguma dessas dúvidas, agende uma consulta, clicando no botao de WhatsApp. Um atendimento individualizado pode trazer o que você procura.

 
 
 

1 comentário


Bruno
28 de set. de 2025

Muito bom

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